VAI UM SOM AÍ?

PARA AMANTES DE ROCK BLUES E JAZZ, INFORMAÇÕES BÁSICAS SOBRE BANDAS E MÚSICOS, AFINAL O QUE IMPORTA É O SOM, NÃO SOU ESPECIALISTA SÓ ESCUTO MÚSICA HA BASTANTE TEMPO, SÓ FAÇO POSTAGEM DO QUE OUVI.

Mostrando postagens com marcador BlackLabelSociety. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador BlackLabelSociety. Mostrar todas as postagens

domingo, 8 de setembro de 2013

Black Label Society - "Stronger Than Death" foi lançado em 2000, formação: Zakk Wylde vocais, guitarras (incluindo baixo), teclados/piano, Phil Ondich (creditado como "Philth") bateria, Mike Piazza vocais ("Growls of Doom") na faixa título. A banda teve início em maio de 1998, quando Zakk Wylde, ex-guitarrista de Ozzy Osbourne, chama Phil Ondich para tocar com ele em um concerto solo na Itália. Nick Catanese, amigo de Zakk Wylde, recomenda Phil para o cargo de baterista. Zakk e Phil decidiram chamar a banda de "Hell's Kitchen" (bairro de periferia de Nova Iorque) e o seu primeiro álbum de "Sonic Brewery". Entretanto, por não conseguirem uma marca registrada para "Hell's Kitchen", tiveram que trocar o nome da banda para Black Label Society(wikipédia).

eil.com

Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Postagens mais antigas Página inicial
Assinar: Comentários (Atom)

LANGUAGE

MELHORES DO MÊS

  • Rita Lee & Tutti Frutti - "Atrás do Porto Tem uma Cidade" é o primeiro álbum da cantora e compositora brasileira Rita Lee com a banda Tutti Frutti, lançado em 1974. Formação: Rita Lee: Voz, Clavinet, Moog, Melotron, Piano, Órgão, Pandeiro e Palmas, Lúcia Turnbull: Voz, Guitarra, Violão de 12 cordas e Palmas, Luis Sérgio Carlini: Guitarra, Guitarra Havaiana, Lee Marcucci: Baixo, Mamão: Bateria, Paulinho: Bateria, Juarez: Sax, Luis Cláudio: Jazz Guitarra. Rita havia deixado Os Mutantes em outubro de 1972 e tinha de montado uma dupla feminina com Lúcia Turnbull, o Cilibrinas do Éden, e a primeira apresentação da dupla acabou sendo no primeiro dia do festival Phono 73. Por um acaso, sua apresentação acabou ocorrendo logo antes da apresentação dos Mutantes. Com a recepção fria do público ao seu projeto acústico, Rita Lee decidiu que precisava de um grupo de rock para acompanhá-las. A "descoberta" da banda por Rita acabou levando a um convite para que eles passassem a ser a banda de apoio dela (Wikipédia).
    wikipédia
  • Made in Brazil - "Paulicéia Desvairada" foi lançado em 1978, formação: Caio Flávio vocal, Oswaldo Vecchione baixo, Naná guitarra, Franklin Paolilo bateria. Terceiro álbum do 'Made', "Paulicéia Desvairada" mantém a mesma pegada Rock & Roll da banda. A principal diferença para os outros discos fica no vocal. Dessa vez os vocais ficaram com Caio Flávio, e comparando-o aos vocalistas anteriores, ele fica um degrau abaixo. Em alguns momentos ele acaba soando Pop demais. Apesar disso, o álbum conta com músicas muito bem trabalhadas, com bastante uso de instrumentos de sopro e backing vocals. A faixa de abertura é "Gasolina", e letra mais atual do que essa, impossível! Os músicos reclamam da falta de grana e do preço da gasolina, que está muito cara. Pois é, qualquer semelhança com hoje não é mera coincidência. Depois tem a balada "Amanhã é um Novo Dia", seguida pelo Blues de "Eu Vou Estar Com Você". A próxima é "Eu Não Sei Se Mudaria", com um ritmo mais 'Funkado'. Bem interessante. A sexta música dá o título ao álbum, "Paulicéia Desvairada". Uma homenagem à São Paulo, bem Rock & Roll. Mantendo a pegada, vem "Uma Banda Made in Brazil", uma auto-biografia da banda. A décima é "Massacre", uma levada mais Hard Rock. E a última faixa é a interessante "A Primeira Vez que Você me Deixou"(cometarock.blogspot.com).
    cometarock.blogspot.com
  • George Thorogood - "2120 South Michigan Avenue". É um álbum de estúdio de George Thorogood and The Destroyers. Foi lançado em 14 de junho de 2011 pela gravadora Capitol Records. O álbum alcançou a posição # 2 na Billboard Top Blues Albums. O título refere-se ao endereço dos escritórios e estúdios de gravação da Chess Records em Chicago. O álbum contém dez covers de canções gravadas na Chess Records por artistas como Chuck Berry, Bo Diddley, Willie Dixon e Muddy Waters. Mais um cover da instrumental "2120 South Michigan Avenue" dos Rolling Stones e duas canções originais sobre artistas da Chess Records. A Capitol Records se aproximou de Thorogood com a idéia para o álbum e selecionou a maioria das músicas, participaram doa álbum: Buddy Guy guitarra, Tom Hambridge bateria, percussão, Tommy MacDonald baixo, Kevin McKendree piano, Hammond B3 orgão, Charlie Musselwhite harmônica, Marla Thorogood background vocals, Rio Thorogood background vocals. Formação: George Thorogood guitarra, vocal, Jim Suhler guitarra, Bill Blough baixo, Buddy Leach saxofone, Jeff Simon bateria(wikipédia).
    wikipédia
  • Samsara Blues Experiment - “Long Distance Trip“ é o primeiro álbum de estúdio da banda alemã Samsara Blues Experiment, lançado em março de 2010. Samsara Blues Experiment foi fundada na cidade de Berlim, no ano de 2007, pelo vocalista&guitarrista Christian Peters. Houve várias mudanças na formação a partir de sua fundação, até se estabelecer com: Christian Peters (vocal, guitarra, sintetizador, cítara); Hans Eiselt (guitarra); Richard Behrens (baixo) e Thomas Vedder (bateria). Antes do lançamento do primeiro álbum, os caras lançaram 2 Eps, que contribuíram muito para o amadurecimento de sua proposta sonora (stockrockradio.com.br).
    tripjam.blogspot.com
  • Glenn Hughes - "Blues" foi lançado em 1992. "Hughes gravou este grande petardo de blues, com a participação de diversos guitarristas de renome da época: John Norum, do Europe, já citado acima; Mick Mars, do Motley Crue; Warren DeMartini, do Ratt; Ritchie Kotzen, do Poison e Mr.Big; e Mark Kendall, do Great White. Temos também o guitarrista Paul Pesco, que já tocou com Madonna (na turnê do álbum "Like A Virgin"). Todos estes guitarristas se revezam nos solos do álbum. A guitarra base de todo o disco foi feita por Craig Erickson; o baixo ficou a cargo de Tony Franklin (já tocou com Roy Harper, The Firm e outros grandes nomes) e do próprio Glenn Hughes; a bateria ficou com Gary Ferguson (já tinha tocado com Hughes no projeto com Pat Thrall e no disco de Gary Moore; tocou em diversos discos seguintes da carreira solo de Glenn) e ainda tivemos os teclados por Mark Jordan. Tanta fera junta não poderia trazer outro resultado senão um belíssimo disco de blues rock. Este é um disco pouco conhecido, mas de qualidades impressionantes, e vale a pena ser conhecido e apreciado por todos os fãs de Glenn Hughes, que sabem curtir um belo álbum como este. O desfile de grandes guitarristas emprestando seu talento para este registro também é impressionante e aumenta ainda mais a importância deste grande registro do "the voice of rock". (João Paulo Linhares Gonçalves via Whiplash.Net).
    Whiplash.Net
  • Vintage Vantage - "Neblina". Há uma velha frase que diz que o ‘baixo é a alma da música’. Não deixa de ser verdade, mas também não quer dizer que os graves devem ser limitados às quatro cordas convencionais. A grande sacada é saber aproveitar as oportunidade e usar com criatividade o que tem, seja limitação técnica, de pessoas ou se realmente sua proposta é sair do formato padrão de banda. E se é para ousar, que se faça com estilo. Bateria, guitarra e piano. É assim, sem vocal, baixo e com um piano que a Vintage Vantage se apresenta para o mundo. O trio instrumental formado por Gabriela Ila (piano), Lucas Pacífico (guitarra) e Renan Magão (bateria) nasceu em Taguatinga-DF em 2010, lançando em abril de 2016 o seu segundo registro, o EP Neblina. A guitarra cheia de fraseados que conversam com o ouvinte, o piano misturando a base com algum toque de melancolia e a bateria segurando todas as paisagens psicodélicas da banda, fazem um conjunto coeso e muito funcional sem se prender ao convencionado musicalmente como ‘bom’ ou ‘o certo’. Essa ousadia da banda é, na verdade, o seu grande diferencial. “Deserto”, segunda faixa do disco, que parece um Sérgio Mendes afogado em LSD, ou a título, “Neblina”, que soa como uma trilha de um horror movie bem antigo. A verdade é que a banda parece se focar em temáticas para suas canções, não se apega a estilos e tenta expandir ao máximo o seu universo criativo para além de um potencial progressivo onde seu som originalmente remete. Neblina, é na verdade um vai e vem de climagens exploradas por uma banda ousada dentro de sua essência e que sabe usar muito bem sua versatilidade dentro da própria música. O trabalho saiu pelo selo Martelo Records, com produção de Gustavo Halfeld e gravação na sala Funarte. (rockinpress.com.br)
    vintagevantage.bandcamp.com
  • John Lennon - "Mind Games" foi lançado em 1973, formação: John Lennon vocal guitarra, Ken Ascher piano orgão, Jim Keltner bateria, Rick Marotta bateria, Gordon Edwards baixo, David Spinozza guitarra, Arthur Jenkins percussão, Sneaky Pete Kleinow guitarra, Michael Brecker sax. "Mind Games é o quarto álbum de John Lennon, e foi gravado no Record Plant Studios  no verão 1973, e lançado em novembro do mesmo ano. O álbum foi o primeiro registro de produção própria de Lennon sem a ajuda de Phil Spector. Mind Games foi mal recebido pelos críticos de música. Alcançou o número 13 no Reino Unido e número 9 em os EUA, onde foi ouro"(wikipédia).
    cdsgratis.net
  • P U S, Porrada Ultra Suicida - Banda de Brasília, Distrito Federal, Brasil, formada em 1980. Formação: Ronan Meireles vocal, Deborah Babilônia vocal, Syang guitarra, Conrado guitarra, Zanny baixo, Mario teclado, Betty percurssão, Anderson bateria. P U S foi lançado em 1991.
    blast-metaleloucuras.blogspot.com
  • Septicflesh - "Titã" Nono álbum de estúdio (e seu terceiro desde sua reunião em 2017), os mestres sepulturais do death metal sinfônico se consagraram como uma das bandas mais criativas e talentosas de todo o espectro sinfônico de metal, apresentando um álbum de alta qualidade musical e musical. liricamente. Em Titã, Septicflesh explora seu lado mais pesado e mais agressivo e, ao mesmo tempo, expõe seus aspectos mais sinfônicos. Tudo isso com seu toque característico e místico que está sempre presente em sua música. Movendo-se para as partes não-sinfônicas do álbum, Fotis Benardo fez um excelente trabalho com uma abordagem tão enérgica, precisa e poderosa na bateria, algo que poderia ser descrito como algo bestial. O som da bateria e do contrabaixo também é diferente do anterior. Eu não sei por que isso aconteceu, mas eu não acho que seja uma coisa ruim, mas a produção geral do álbum é impecável de qualquer maneira. As guitarras têm um som muito forte e até mesmo "blackish" durante algumas músicas. Os vocais, por outro lado, são igualmente ótimos, Spiros Antoniou também faz um trabalho surpreendente tanto nos vocais quanto atrás do baixo. Em relação ao trabalho de Spiros, devo dizer que no começo fiquei um pouco "desapontado" com a capa, já que senti que era simples demais, ou pelo menos eu pensava assim, mas depois do próprio Spiros ouvi o significado por trás isso, e todo o esforço que foi colocado nele, fiquei sem palavras. Em termos muito gerais, eu diria que Titã é bastante sólido, intenso e imenso também (www.metal-archives.com).
    abysszine.com
  • IAH - IAH é um trio instrumental argentino formado por Juan Pablo Lucco Borlera (baixo), Mauricio Condon (guitarra) e José Landín (bateria). A banda lançou no dia 20 de janeiro seu primeiro trabalho de estúdio. O EP auto intitulado traz quatro músicas que vão do psicodélico ao Stoner e flertam com o Post Rock em alguns momentos. A primeira coisa que pensei enquanto ouvia as músicas foi como a capa do EP combina com a sonoridade da banda. O IAH consegue começar a “pintar” paisagens espaciais com poucos minutos da faixa “Cabalganloscielos”, que abre o trabalho de maneira grandiosa. O grande destaque fica com a pesadíssima “Eclipsum” que fecha o EP de forma grandiosa. A música conta com um trecho mais lento que se aproxima do Post Rock de forma muito bela antes de voltar ao Riff mais pesado e travado do trabalho. Com uma estreia de tão alto nível, arrisco a dizer que o IAH será uma das grandes revelações de 2017!(doombringerbr.wordpress.com).
    doombringerbr.wordpress.com
Powered By Blogger

BLOGS LEGAIS

  • #CollectorsRoom ® | música além do óbvio#
    Private Music (2025): um Deftones mais coeso, introspectivo e longe do impacto imediato - Depois do maior intervalo entre discos da carreira, o Deftones retorna com *Private Music *(2025) em meio a mudanças internas, como a saída do baixista S...
  • Estética Musical
    Nova crítica - Eu bem que tento, mas não consigo ficar longe desse blog. Escrever sobre música é a minha verdadeira paixão e, felizmente, tenho um espaço nobre para exerc...
  • Metal Samsara
    WHIPALLAS: banda divulga novo single de seu próximo EP - Não faz muito tempo que o WHIPALLAS chamou atenção para seu novo EP, com o single e clipe de “Boogie Boogie” - a música, presente nas playlists das plat...
  • Misantropia Extrema
    DEZ DISCO ESSENCIAIS – SEMANA 26 - Selecção de músicas dos lançamentos essenciais da semana.
  • SacundinBenBlog
    Tulipa Ruiz - 2015 - Dancê - Com composições certeiras e um time de arranjadores do mais alto nível e bom gosto, Tulipa Ruiz coleciona acertos em "Dancê", terceiro álbum da car...
  • WHIPLASH.NET - Rock e Heavy Metal
    O cantor que Bruce Springsteen disse escrever as mais belas canções de amor do rock - O que marcava Bruce não era simplesmente a coisa de fazer música romântica. Havia muitos artistas falando de paixão, sexo ou coração partido.
Blogarama - The Blog Directory
Seguir @tonynhomacyel
Seguir @tonynhomacyel

MELHORES DA SEMANA

  • Interstate Blues - "El Diablo". Se você gosta de hard blues rock, com bateria pesada e guitarras gritando, então esta é a banda! Formada por Jamie Purpora (guitarra, vocal), Jeremy Crowther (bateria) e Roger Brown ( baixo), em Los Angeles, em 1994. A ideia? Volte para o blues para reaprender as raízes do rock and roll, que a maioria de nossos contemporâneos parecem ter esquecido. Entre 1994 e 2003 Interstate Blues fizzeram uma centena de shows na área de Los Angeles. De BB Kings a The Blues Saloon, The Mint e The 1650 Club. Jamie Purpora também apareceu no Chicago Blues Festival, em 1998, 1999, 2000, 2001 e 2003 tocando com Koko Taylor e inúmeros outros bluesmans. A banda parou de tocar ao vivo a partir de julho de 2004 até junho de 2005 para se concentrar em "El Diablo". O lançamento em junho de 2005 mostra um retorno completo ao hard rock. É também um álbum conceito. "Este álbum é dedicado a todos os que têm caído no amor ou luxúria com a pessoa errada". "Eu acho que qualquer um pode se relacionar com isso!" diz Jamie Purpora. Purpora também acrescenta "Para cada canção que fiz nesse álbum havia cinco que não o fiz. Eu tinha que estar completamente satisfeito com cada toque de guitarra e cada letra"(cdbaby.com).
  • Raphael Rabello - “Relendo Dilermando Reis” é um álbum lançado em 1994. Produzido por Pelão (João Carlos Botezelli), o álbum ganhou o Prêmio Sharp daquele ano como melhor álbum de artista solo. O álbum traz gravações de Raphael de canções do repertório comumente executado pelo violonista Dilermando Reis, a quem Raphael considerava uma de suas grandes influências musicais. É considerado um dos maiores violonistas brasileiros de todos os tempos, sobretudo em sua especialidade, o violão de 7 cordas. Participou de concertos e gravações com famosos musicos brasileiros, tais como Tom Jobim, Ney Matogrosso, Zé Ramalho, Jacques Morelenbaum e Paulo Moura, João Bosco e também instrumentistas internacionais, como por exemplo Paco de Lucia. Raphael Rabello nasceu em uma família musical: sua irmã Luciana Rabello se tornou conhecida com o seu cavaquinho, e seu primeiro professor de violão foi um irmão mais velho. Ele também tomou lições de violão com Jaime Florence (o famoso "Meyra", que também deu aulas a Baden Powell nos anos 1940)(wikipédia).
  • Quinteto Violado - "Quinteto Violado", foi lançado em 1972, formação: Fernando Filizola - Viola, Luciano Pimentel - Percussão, Marcelo Melo - Voz e Violão, Sando (Alexandre Johnson dos Anjos) - Flauta, Toinho Alves - Voz e Contrabaixo. Esse disco do Quinteto Violado é particularmente especial. Ele foi o primeiro do grupo, lançado pela gravadora Phillips, antes do Quinteto realizar as históricas gravações com a Marcus Pereira. A história da capa desse disco também é curiosa. Nesse mesmo ano (1972) uma banda de hard Rock inglesa, chamada Paladin, lançou o disco Charge!, com a capa que é praticamente idêntica à capa do disco do Quinteto Violado. Quem fez a ilustração do disco do Paladin foi Roger Dean, um ilustrador que assinou as capas de dezenas de discos de bandas progressivas da década de 1970. Parece que a Phillips, gravadora do disco do Quinteto, usou o desenho e ainda introduziu nele algumas alterações, como o chapéu de cangaceiro do cavaleiro. Foi em uma turnê ao Japão que os músicos do Quinteto tomaram conhecimento dessa cópia, e, a partir daí, os relançamentos desse disco passaram a ter outra capa, com essas aves brancas voando. Exatamente por isso, os LPs com essa primeira capa são raridades, peças de colecionador. Mas as músicas são as mesmas. Como foi o primeiro disco do Quinteto Violado, está repleto de clássicos, como Asa Branca, de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, Vozes da Seca e de Luiz Gonzaga e Zé Dantas. O destaque fica para o belíssimo arranjo de Asa Branca (acervoorigens.com).
  • Ike & Tina Turner - "Sing The Blues" foi gravado em 1969 e serve como uma coleção definitiva de suas raízes musicais. No momento em que este material foi gravado em 1969 Ike estava no auge. Essas músicas de blues revelam a maestria da guitarra de Ike Turner, bem como os vocais com alma de Tina. Os Turners tocam e cantam: Otis Redding ("I've Been Loving You Too Long"), T -Bone Walker (" Mean Old World"), Lowell Fulson ("Three O'clock In The Morning Blues"), Eddie Boyd ("Five Long Years"), Robert Johnson ("Dust My Broom") , Jimmy Reed ("Honest I Do"), Steve Cropper ("The Hunter") e outras canções clássicas. Este CD captura a natureza de Ike e a potente dinâmica de Tina. Ike & Tina Turner Sing The Blues prova a autenticidade do blues (swampland.com).
  • Larry Coryell & Philip Catherine - "Twin House" foi lançado em 1976. “Dos dois, o som de Catherine é mais enraizado na tradição de Django Reinhardt e tende a ser mais introspectivo. Coryell é incorrigível, porem, a presença de Catherine parece inspirar mais a experimentação. Como esperado, esta sessão apela principalmente para os guitarristas - e por uma boa razão, mas deve-se notar que as composições aqui são bastante memoráveis, esta é uma excelente colaboração e uma das performances mais ambiciosas de Coryell. Formação: Larry Coryell (guitarra, teclados, sintetizadores), Philip Catherine (guitarra), Michael Brecker (horns). Informações da garvação: Olympic Sound Studios, em Londres, Inglaterra”(cduniverse.com). Essa capa da fotografia é a capa original e a capa do video/audio é do relançamento desse clássico.
  • Sepultura - "Kairos" é o décimo segundo álbum de estúdio do Sepultura, lançado em 2011. É o primeiro álbum da banda lançado pela Nuclear Blast. É o último album com o baterista Jean Dolabella". Formação: Derrick Green vocal e guitarra, Andreas Kisser guitarra, Paulo Jr. baixo, Jean Dolabella bateria.Banda brasileira de metal surgida em 1984, criada pelos irmãos Max Cavalera e Igor Cavalera em Belo Horizonte, Minas Gerais. É considerada a banda brasileira de maior repercussão no mundo. O Sepultura possui influências diversificadas, que vai desde o black metal e death metal, passando pelo thrash metal, até inspirações externas ao metal, como hardcore, música tribal africana e japonesa, música indígena, entre outros diversos estilos musicais (wikipédia).
  • Troy"Trombone Shorty"Andrews - "Backatown" é um álbum lançado pelo músico prodígio de jazz americano conhecido como Trombone Shorty. O álbum foi lançado em 2010 pelo selo Verve Forecast Records e foi produzido pelo Galactic's Ben Ellman. Ele alcançou a terceira posição na Billboard Jazz Albums Chart e foi indicado para o Grammy 2011 de Melhor Álbum de Jazz Contemporâneo. Backatown representa a estréia nacional de Andrews em um grande selo. As faixas "In the 6th", "Hurricane Season" e "Backatown" prestam homenagem à cultura e bairros de Nova Orleans, cidade natal de Andrews. Ele se refere ao seu estilo musical diversificado como "supafunkrock". Andrews é apoiado por sua banda Orleans Avenue; o baixista Mike Ballard, o guitarrista Pete Murano, saxofonista Dan Oestreicher, o baterista Joey Peebles, e o percussionista Dwayne Williams. Andrews toca trombone, trompete e canta em cinco faixas. Músicos convidados também contribuem para o som do álbum. Lenny Kravitz como um membro de sua banda de apoio, toca guitarra e canta em "Something Beautiful". Marc Broussard contribui com backing vocals em "Right to Complain". Allen Toussaint toca piano na única cover do álbum, uma reformulação de sua "On Your Way Down"(Wikipédia).
  • Buddy Guy & Junior Wells - "Alone & Acoustic". Antológico disco de Blues gravado em 1981. "Uma das melhores duplas da história do blues, fizeram várias gravações juntos ao longo das décadas, mas esta é única em sua discografia. Gravado em meio a uma turnê européia 1981. Os resultados estão em contraste com o blues pesado de ​​Chicago. Alone & Acoustic é descontraído e pessoal. Guy alterna entre violão de seis e de 12 cordas, o disco captura os dois senhores de forma rara"(cduniverse.com). O Blues na sua forma pura e simples, espetacular!!!.
  • Eddie Boyd "And His Blues Band Featuring Peter Green 1967". Edward Riley Boyd conhecido como Eddie Boyd (25 de novembro de 1914-13 de julho, 1994). Foi um pianista de blues americano, nascido em plantação de Stovall perto de Clarksdale, Mississippi, Estados Unidos. Boyd se mudou para o distrito de Beale Street Memphis, Tennessee em 1936, onde ele tocava piano e violão com seu grupo, The Dixie Rhythm Boys. Boyd seguiu a grande migração para o norte para as fábricas de Chicago, Illinois em 1941. Ele escreveu e gravou as canções de sucesso "Five Long Years"(1952 ), "24 Hours" (1953), e "Third Degree" (co- escrita com Willie Dixon, também 1953). Boyd excursionou pela Europa com a banda de Buddy Guy, em 1965, como parte do American Folk blues Festival. Mais tarde, ele excursionou e gravou com Fleetwood Mac e John Mayall e os Bluesbreakers. Cansado da discriminação racial que experimentou nos Estados Unidos, ele se mudou para a Bélgica, onde gravou com a banda holandesa, Cuby and the Blizzards. Instalou-se em Helsinki, na Finlândia, em 1970, onde gravou dez discos de blues (wikipédia).
  • Tool – “10,000 Days” é o quarto álbum de estúdio dessa banda norte-americana de metal progressivo, foi lançado a 28 de Abril de 2006, formação: Maynard James Keenan voz, Adam Jones guitarra, sitara, Justin Chancellor baixo, Danny Carey bateria, percussão. Tool emergiu com um som heavy metal no seu primeiro álbum, Undertow, num momento em que o gênero era dominado pelo thrash metal, e mais tarde atingiram o topo do metal alternativo com o lançamento do segundo LP, Ænima, em 1996. Os seus esforços para unificar a experimentação musical, artes visuais e uma mensagem de evolução pessoal continuou com Lateralus (2001) e o seu mais recente álbum, 10,000 Days (2006), oferecendo à banda aclamação e sucesso a nível mundial. Devido à incorporação de artes visuais e álbuns relativamente longos e complexos, a banda é geralmente descrita como um grupo com um estilo transcendente, parte do rock progressivo e do art rock. A relação entre a banda e a indústria musical é ambivalente, por vezes marcada por censura pela insistência dos membros da banda em ter privacidade(Wikipédia).
antonio maciel
Ver meu perfil completo

POSTAGENS

BANDAS POSTADAS

ABarcaDoSol AC/DC ACorDoSom AdrenalineMob Aerosmith AlbertKing AlceuValença AlDiMeola AlexHarveyBand AliceInChains AndréChristovam AntonioAdolfo ApeMachine Apocalyptica ArmyOfMe ArrigoBarnabé&BandaSaborDeVeneno ArtBlakey&TheJazzMessengers AstorPiazzolla Azymuth BadCompany BadenPowell BandaBlackRio BarãoVermelho BigBillBroonzy BigChicoBluesBand BigJoeTurner BillyBranch BillyCobham BlackLabelSociety BlackSabbath BlackTusk BlindsideBluesBand BloodCeremony BluesEtílicos BobbyBland BobbyMcFerrin BonnieRaitt Brujeria BryanLee BuddyGuy BuddyGuy&JuniorWells BuddyMiles BudPowell BurningSaviours Caliban CamisaDeVênus CannonballAdderley CapitalInicial Capricorns Carcass CasaDasMaquinas CelsoBluesBoy ChampionJackDupree CharlesMingus CharlieParker Chevelle Chick Corea Chico Science e Nação Zumbi Chimaira Cólera Colin Stetson Colosseum Colour Haze Cream Creedence Clearwater Revival David Gilmour Davy Knowles e Back Door Slam Dead Fish Dead Kennedys Dead Meadow Deep Purple Deftones Dire Straits Disturbed Dizzy Gillespie Duofel Eddie Boyd Eddie Van Halen e Brian May Egberto Gismonti Electric Light Orchestra Elmore James Elomar Eloy Emerson Lake & Palmer Eric Clapton Eric Dolphy Eric Johnson Etta James Eumir Deodato Fenton Robinson Flávio Guimarães Flora Purim Flyleaf Focus Foghat Frank Frost Freddie King Garotos Podres Gary Moore Genesis Gentle Giant George Thorogood Ginger Baker Trio Glenn Hughes Godsmack Grand Funk Railroad Grand Magus Hammers Of Misfortune Hélio Delmiro Helmet HeraldodoMonte Herbie Hancock Hermeto Pascoal Howlin Wolf Hubert Sumlin and Billy Branch Humble Pie IAH Ihsahn Ike & Tina Turner Inocentes Interstate Blues IRA! Iron Butterfly Jack Bruce e Robin Trower Jack DeJohnette Jacob do Bandolin Jan Akkerman Jane's Addiction JB Hutto JB Lenoir Jean Luc Ponty Jeff Beck Jethro Tull Jimi Hendrix Jimmy Page & The Black Crowes Jimmy Rogers JJ Cale Joe Pass Joe Satriani Joelho de Porco JoePerry John Abercrombie John Coltrane John Lennon John McLaughlin JohnMayall Johnny Winter Jorge Cabeleira Joy Division Judas Priest Junior Wells Kadavar Kamchatka Kansas Karma to Burn King Crimson Koko Taylor Kraftwerk Larry Coryell & Philip Catherine Led Zeppelin Led Zeppelin covers Legião Urbana Lionel Hampton Little Milton Little Walter Living Colour Lobão e Os Ronaldos Lonely kamel Luther Allison Made in Brazil Maggie Bell Magic Slim Mahavishnu Orchestra Mandrill Manfred Mann's Earth Band Márcio Montarroyos Matanza Megadeth Mercyful Fate Metallica Metallica Covers Mike Oldfield Miles Davis Modern Jazz Quartet Morphine Moto perpétuo Muddy Waters Mundo Livre S/A My Sleeping Karma Necropsy Room Nektar Nina Simone Novos Baianos Nuno Mindélis O Peso O Terço Opeth Orchid Os Mutantes Os Paralamas do Sucesso Os Replicantes Oswaldinho do Acordeon Otis Rush Overkill P U S PacoDeLucia Pantera Passport Pato Fu Patrick Moraz Paul McCartney & Wings Paul Rodgers Paulo Moura Pearl Jam Pepeu Gomes Peter Green Pink Floyd Pitty Plebe Rude Procol Harum Public Image Ltd Public Image Ltd. Quinteto Armorial QuintetoViolado R P M RageAgainstTheMachine Rammstein Raphael Rabello Ratos de Porão Raul de Souza Raul Seixas RauldeSouza Red Hot Chili Peppers Republique Du Salem Rita Lee Tutti Frutti Riverside Robert Cray Robert Johnson Robertinho de Recife Robin Trower Rory Gallagher Roy Buchanan Rush Samsara Blues Experiment Santana Santillo Sebastião Tapajós Septic Flesh Septicflesh - "Titã" Sepultura Sex Pistols Shining Slade Slayer Som Nosso De Cada Dia Sonny Boy WilliamsonII Sonny Rollins Soundgarden Spyro Gyra Stanley Clarke Steve Hackett Steve Vai Stevie Ray Vaughan Stone Temple Pilots Stoned Jesus T-Bone Walker Tangerine Dream Ted Nugent Temple Of The Dog Ten Years After TerrenoBaldio The Allman Brothers The Black Crowes The Clash The Cult The Dave Brubeck Quartet The Mission The Police The Re-Stoned The Sweet The Sword The Withe Stripes Thelonious Monk Thin Lizzy Thunder Titãs Tony Iommi Tony Iommi & Glenn Hughes Tool Tower Of Power Triumvirat Trombone Shorty Tropicalia Uncle Acid e The Deadbeats Uriah Heep Vallenfyre Van Halen Velvet Revolver Velvet Underground Victor Assis Brasil VintageVantage Violeta de Outono Weather Report Witchcraft Withesnake Wynton Marsalis WyntonMarsalis Yes Zimbo Trio Zora Young
Tema Simples. Tecnologia do Blogger.