VAI UM SOM AÍ?

PARA AMANTES DE ROCK BLUES E JAZZ, INFORMAÇÕES BÁSICAS SOBRE BANDAS E MÚSICOS, AFINAL O QUE IMPORTA É O SOM, NÃO SOU ESPECIALISTA SÓ ESCUTO MÚSICA HA BASTANTE TEMPO, SÓ FAÇO POSTAGEM DO QUE OUVI.

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quinta-feira, 20 de março de 2014

Mike Oldfield - "Tubular Bells" é o álbum de estréia do músico e multi-instrumentista Inglês Mike Oldfield, gravado aos tinha 19 anos e lançado em 1973. Foi o primeiro álbum lançado pela Virgin Records e pedra angular no início do sucesso da empresa. Vivian Stanshall a voz do "Master of Ceremonies", é quem lê a lista de instrumentos no final da primeira parte do disco. O piano solo de abertura foi usado como trilha sonora para o filme de enorme sucesso de William Friedkin, O Exorcista (lançado no mesmo ano) e ganhou popularidade considerável por causa disso. Mike Oldfield - violão, guitarra, guitarra elétrica, farfisa, órgãos hammond e lowrey, flautim, guitarras fuzz, glockenspiel, "honky tonk" piano, bandolim, piano, percussão, "taped motor drive amplifier organ chord", tímpanos, vocais e sinos tubulares(wikipédia).

vinylrecords.ch

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MELHORES DO MÊS

  • Rita Lee & Tutti Frutti - "Atrás do Porto Tem uma Cidade" é o primeiro álbum da cantora e compositora brasileira Rita Lee com a banda Tutti Frutti, lançado em 1974. Formação: Rita Lee: Voz, Clavinet, Moog, Melotron, Piano, Órgão, Pandeiro e Palmas, Lúcia Turnbull: Voz, Guitarra, Violão de 12 cordas e Palmas, Luis Sérgio Carlini: Guitarra, Guitarra Havaiana, Lee Marcucci: Baixo, Mamão: Bateria, Paulinho: Bateria, Juarez: Sax, Luis Cláudio: Jazz Guitarra. Rita havia deixado Os Mutantes em outubro de 1972 e tinha de montado uma dupla feminina com Lúcia Turnbull, o Cilibrinas do Éden, e a primeira apresentação da dupla acabou sendo no primeiro dia do festival Phono 73. Por um acaso, sua apresentação acabou ocorrendo logo antes da apresentação dos Mutantes. Com a recepção fria do público ao seu projeto acústico, Rita Lee decidiu que precisava de um grupo de rock para acompanhá-las. A "descoberta" da banda por Rita acabou levando a um convite para que eles passassem a ser a banda de apoio dela (Wikipédia).
    wikipédia
  • Made in Brazil - "Paulicéia Desvairada" foi lançado em 1978, formação: Caio Flávio vocal, Oswaldo Vecchione baixo, Naná guitarra, Franklin Paolilo bateria. Terceiro álbum do 'Made', "Paulicéia Desvairada" mantém a mesma pegada Rock & Roll da banda. A principal diferença para os outros discos fica no vocal. Dessa vez os vocais ficaram com Caio Flávio, e comparando-o aos vocalistas anteriores, ele fica um degrau abaixo. Em alguns momentos ele acaba soando Pop demais. Apesar disso, o álbum conta com músicas muito bem trabalhadas, com bastante uso de instrumentos de sopro e backing vocals. A faixa de abertura é "Gasolina", e letra mais atual do que essa, impossível! Os músicos reclamam da falta de grana e do preço da gasolina, que está muito cara. Pois é, qualquer semelhança com hoje não é mera coincidência. Depois tem a balada "Amanhã é um Novo Dia", seguida pelo Blues de "Eu Vou Estar Com Você". A próxima é "Eu Não Sei Se Mudaria", com um ritmo mais 'Funkado'. Bem interessante. A sexta música dá o título ao álbum, "Paulicéia Desvairada". Uma homenagem à São Paulo, bem Rock & Roll. Mantendo a pegada, vem "Uma Banda Made in Brazil", uma auto-biografia da banda. A décima é "Massacre", uma levada mais Hard Rock. E a última faixa é a interessante "A Primeira Vez que Você me Deixou"(cometarock.blogspot.com).
    cometarock.blogspot.com
  • George Thorogood - "2120 South Michigan Avenue". É um álbum de estúdio de George Thorogood and The Destroyers. Foi lançado em 14 de junho de 2011 pela gravadora Capitol Records. O álbum alcançou a posição # 2 na Billboard Top Blues Albums. O título refere-se ao endereço dos escritórios e estúdios de gravação da Chess Records em Chicago. O álbum contém dez covers de canções gravadas na Chess Records por artistas como Chuck Berry, Bo Diddley, Willie Dixon e Muddy Waters. Mais um cover da instrumental "2120 South Michigan Avenue" dos Rolling Stones e duas canções originais sobre artistas da Chess Records. A Capitol Records se aproximou de Thorogood com a idéia para o álbum e selecionou a maioria das músicas, participaram doa álbum: Buddy Guy guitarra, Tom Hambridge bateria, percussão, Tommy MacDonald baixo, Kevin McKendree piano, Hammond B3 orgão, Charlie Musselwhite harmônica, Marla Thorogood background vocals, Rio Thorogood background vocals. Formação: George Thorogood guitarra, vocal, Jim Suhler guitarra, Bill Blough baixo, Buddy Leach saxofone, Jeff Simon bateria(wikipédia).
    wikipédia
  • Samsara Blues Experiment - “Long Distance Trip“ é o primeiro álbum de estúdio da banda alemã Samsara Blues Experiment, lançado em março de 2010. Samsara Blues Experiment foi fundada na cidade de Berlim, no ano de 2007, pelo vocalista&guitarrista Christian Peters. Houve várias mudanças na formação a partir de sua fundação, até se estabelecer com: Christian Peters (vocal, guitarra, sintetizador, cítara); Hans Eiselt (guitarra); Richard Behrens (baixo) e Thomas Vedder (bateria). Antes do lançamento do primeiro álbum, os caras lançaram 2 Eps, que contribuíram muito para o amadurecimento de sua proposta sonora (stockrockradio.com.br).
    tripjam.blogspot.com
  • Glenn Hughes - "Blues" foi lançado em 1992. "Hughes gravou este grande petardo de blues, com a participação de diversos guitarristas de renome da época: John Norum, do Europe, já citado acima; Mick Mars, do Motley Crue; Warren DeMartini, do Ratt; Ritchie Kotzen, do Poison e Mr.Big; e Mark Kendall, do Great White. Temos também o guitarrista Paul Pesco, que já tocou com Madonna (na turnê do álbum "Like A Virgin"). Todos estes guitarristas se revezam nos solos do álbum. A guitarra base de todo o disco foi feita por Craig Erickson; o baixo ficou a cargo de Tony Franklin (já tocou com Roy Harper, The Firm e outros grandes nomes) e do próprio Glenn Hughes; a bateria ficou com Gary Ferguson (já tinha tocado com Hughes no projeto com Pat Thrall e no disco de Gary Moore; tocou em diversos discos seguintes da carreira solo de Glenn) e ainda tivemos os teclados por Mark Jordan. Tanta fera junta não poderia trazer outro resultado senão um belíssimo disco de blues rock. Este é um disco pouco conhecido, mas de qualidades impressionantes, e vale a pena ser conhecido e apreciado por todos os fãs de Glenn Hughes, que sabem curtir um belo álbum como este. O desfile de grandes guitarristas emprestando seu talento para este registro também é impressionante e aumenta ainda mais a importância deste grande registro do "the voice of rock". (João Paulo Linhares Gonçalves via Whiplash.Net).
    Whiplash.Net
  • Vintage Vantage - "Neblina". Há uma velha frase que diz que o ‘baixo é a alma da música’. Não deixa de ser verdade, mas também não quer dizer que os graves devem ser limitados às quatro cordas convencionais. A grande sacada é saber aproveitar as oportunidade e usar com criatividade o que tem, seja limitação técnica, de pessoas ou se realmente sua proposta é sair do formato padrão de banda. E se é para ousar, que se faça com estilo. Bateria, guitarra e piano. É assim, sem vocal, baixo e com um piano que a Vintage Vantage se apresenta para o mundo. O trio instrumental formado por Gabriela Ila (piano), Lucas Pacífico (guitarra) e Renan Magão (bateria) nasceu em Taguatinga-DF em 2010, lançando em abril de 2016 o seu segundo registro, o EP Neblina. A guitarra cheia de fraseados que conversam com o ouvinte, o piano misturando a base com algum toque de melancolia e a bateria segurando todas as paisagens psicodélicas da banda, fazem um conjunto coeso e muito funcional sem se prender ao convencionado musicalmente como ‘bom’ ou ‘o certo’. Essa ousadia da banda é, na verdade, o seu grande diferencial. “Deserto”, segunda faixa do disco, que parece um Sérgio Mendes afogado em LSD, ou a título, “Neblina”, que soa como uma trilha de um horror movie bem antigo. A verdade é que a banda parece se focar em temáticas para suas canções, não se apega a estilos e tenta expandir ao máximo o seu universo criativo para além de um potencial progressivo onde seu som originalmente remete. Neblina, é na verdade um vai e vem de climagens exploradas por uma banda ousada dentro de sua essência e que sabe usar muito bem sua versatilidade dentro da própria música. O trabalho saiu pelo selo Martelo Records, com produção de Gustavo Halfeld e gravação na sala Funarte. (rockinpress.com.br)
    vintagevantage.bandcamp.com
  • John Lennon - "Mind Games" foi lançado em 1973, formação: John Lennon vocal guitarra, Ken Ascher piano orgão, Jim Keltner bateria, Rick Marotta bateria, Gordon Edwards baixo, David Spinozza guitarra, Arthur Jenkins percussão, Sneaky Pete Kleinow guitarra, Michael Brecker sax. "Mind Games é o quarto álbum de John Lennon, e foi gravado no Record Plant Studios  no verão 1973, e lançado em novembro do mesmo ano. O álbum foi o primeiro registro de produção própria de Lennon sem a ajuda de Phil Spector. Mind Games foi mal recebido pelos críticos de música. Alcançou o número 13 no Reino Unido e número 9 em os EUA, onde foi ouro"(wikipédia).
    cdsgratis.net
  • Septicflesh - "Titã" Nono álbum de estúdio (e seu terceiro desde sua reunião em 2017), os mestres sepulturais do death metal sinfônico se consagraram como uma das bandas mais criativas e talentosas de todo o espectro sinfônico de metal, apresentando um álbum de alta qualidade musical e musical. liricamente. Em Titã, Septicflesh explora seu lado mais pesado e mais agressivo e, ao mesmo tempo, expõe seus aspectos mais sinfônicos. Tudo isso com seu toque característico e místico que está sempre presente em sua música. Movendo-se para as partes não-sinfônicas do álbum, Fotis Benardo fez um excelente trabalho com uma abordagem tão enérgica, precisa e poderosa na bateria, algo que poderia ser descrito como algo bestial. O som da bateria e do contrabaixo também é diferente do anterior. Eu não sei por que isso aconteceu, mas eu não acho que seja uma coisa ruim, mas a produção geral do álbum é impecável de qualquer maneira. As guitarras têm um som muito forte e até mesmo "blackish" durante algumas músicas. Os vocais, por outro lado, são igualmente ótimos, Spiros Antoniou também faz um trabalho surpreendente tanto nos vocais quanto atrás do baixo. Em relação ao trabalho de Spiros, devo dizer que no começo fiquei um pouco "desapontado" com a capa, já que senti que era simples demais, ou pelo menos eu pensava assim, mas depois do próprio Spiros ouvi o significado por trás isso, e todo o esforço que foi colocado nele, fiquei sem palavras. Em termos muito gerais, eu diria que Titã é bastante sólido, intenso e imenso também (www.metal-archives.com).
    abysszine.com
  • P U S, Porrada Ultra Suicida - Banda de Brasília, Distrito Federal, Brasil, formada em 1980. Formação: Ronan Meireles vocal, Deborah Babilônia vocal, Syang guitarra, Conrado guitarra, Zanny baixo, Mario teclado, Betty percurssão, Anderson bateria. P U S foi lançado em 1991.
    blast-metaleloucuras.blogspot.com
  • IAH - IAH é um trio instrumental argentino formado por Juan Pablo Lucco Borlera (baixo), Mauricio Condon (guitarra) e José Landín (bateria). A banda lançou no dia 20 de janeiro seu primeiro trabalho de estúdio. O EP auto intitulado traz quatro músicas que vão do psicodélico ao Stoner e flertam com o Post Rock em alguns momentos. A primeira coisa que pensei enquanto ouvia as músicas foi como a capa do EP combina com a sonoridade da banda. O IAH consegue começar a “pintar” paisagens espaciais com poucos minutos da faixa “Cabalganloscielos”, que abre o trabalho de maneira grandiosa. O grande destaque fica com a pesadíssima “Eclipsum” que fecha o EP de forma grandiosa. A música conta com um trecho mais lento que se aproxima do Post Rock de forma muito bela antes de voltar ao Riff mais pesado e travado do trabalho. Com uma estreia de tão alto nível, arrisco a dizer que o IAH será uma das grandes revelações de 2017!(doombringerbr.wordpress.com).
    doombringerbr.wordpress.com
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MELHORES DA SEMANA

  • Gary Moore - "Power Of The Blues" é um álbum do guitarrista e cantor de blues norte-irlandês Gary Moore, lançado em 2004. Formação: Gary Moore guitarra, vocal, Bob Daisley baixo, Darrin Mooney bateria, Jim Watson teclados. Apesar da carreira solo desde 1979, a popularidade de Gary Moore nunca realmente decolou sem a ajuda de seu amigo Phil Lynott. As tentativas de realizar seu próprio vocal em seus discos nunca pareceu funcionar. Talvez um pouco afoito tentou na década de 1980 comercializar sua música quando ele se mudou para o rock. No entanto, em 1990, Gary se voltou para o que ele melhor produziu, "Still Got the Blues", uma coleção com alma, clássicos de blues e originais. Desde então, sua marca de blues tem sido consistentemente bem sucedida, este álbum só vai continuar essa tendência (Anna Murray).
  • Vintage Vantage - "Neblina". Há uma velha frase que diz que o ‘baixo é a alma da música’. Não deixa de ser verdade, mas também não quer dizer que os graves devem ser limitados às quatro cordas convencionais. A grande sacada é saber aproveitar as oportunidade e usar com criatividade o que tem, seja limitação técnica, de pessoas ou se realmente sua proposta é sair do formato padrão de banda. E se é para ousar, que se faça com estilo. Bateria, guitarra e piano. É assim, sem vocal, baixo e com um piano que a Vintage Vantage se apresenta para o mundo. O trio instrumental formado por Gabriela Ila (piano), Lucas Pacífico (guitarra) e Renan Magão (bateria) nasceu em Taguatinga-DF em 2010, lançando em abril de 2016 o seu segundo registro, o EP Neblina. A guitarra cheia de fraseados que conversam com o ouvinte, o piano misturando a base com algum toque de melancolia e a bateria segurando todas as paisagens psicodélicas da banda, fazem um conjunto coeso e muito funcional sem se prender ao convencionado musicalmente como ‘bom’ ou ‘o certo’. Essa ousadia da banda é, na verdade, o seu grande diferencial. “Deserto”, segunda faixa do disco, que parece um Sérgio Mendes afogado em LSD, ou a título, “Neblina”, que soa como uma trilha de um horror movie bem antigo. A verdade é que a banda parece se focar em temáticas para suas canções, não se apega a estilos e tenta expandir ao máximo o seu universo criativo para além de um potencial progressivo onde seu som originalmente remete. Neblina, é na verdade um vai e vem de climagens exploradas por uma banda ousada dentro de sua essência e que sabe usar muito bem sua versatilidade dentro da própria música. O trabalho saiu pelo selo Martelo Records, com produção de Gustavo Halfeld e gravação na sala Funarte. (rockinpress.com.br)
  • Eric Clapton - "Me and Mr. Johnson" é o 16 º álbum de estúdio de Eric Clapton lançado em 2004. O álbum é uma homenagem ao lendário bluesman Robert Johnson. De acordo com a autobiografia de Clapton, as gravações não tinham a intenção de se tornar um álbum. A banda tinha alugado o estúdio (onde Robert Johnson fez as gravações originais), mas Clapton não tinha músicas escritas, então ele sugeriu gravar músicas de Robert Johnson. Eles gravaram músicas suficientes para um álbum e foi decidido liberá-las como tal. O álbum foi muito bem recebido por vários críticos. Stephen Thomas Erlewine do Allmusic disse que, além de Riding with the King, que Me and Mr. Johnson foi o seu melhor álbum desde From The Cradle. Chris Willman do Entertainment Weekly disse que Clapton parecia inspirado nas canções”(Wikipédia).
  • Zimbo Trio - "Grupo instrumental formado por Amilton Godói (piano), Luís Chaves (contrabaixo) e Rubinho Barsotti (bateria). Ingressou no cenário artístico em 1964, apresentando-se ao lado de Norma Bengell, na Boate Oásis (SP). No ano seguinte, apresentou-se em Lima (Peru) e Buenos Aires (Argentina). Participou do Festival de Mar del Plata (Argentina), recebendo o prêmio Cancioneiro das Américas. Foi, ainda, premiado pela participação na trilha sonora do filme "Noite vazia", de Walter Hugo Khouri. Em 1966, apresentou-se em Portugal, Luana e na França (no Festival de Cinema de Cannes). No ano seguinte, foi novamente premiado pela música do filme "A margem", de Ozualdo Candeias. Nessa época, atuou no "Fino da bossa", da TV Record (SP), comandado por Elis Regina e Jair Rodrigues, formando a parte instrumental do programa. Participou, também, do "Bossaudade", de Elizeth Cardoso. Em 1968, atuou, ao lado de Elizeth Cardoso, Jacob do Bandolim e do conjunto Época de Ouro, em espetáculo produzido por Hermínio Bello de Carvalho para o Museu da Imagem e do Som (MIS), realizado no Teatro João Caetano (RJ). O show foi gravado ao vivo e registrado em dois LPs produzidos por Ricardo Cravo Albin. Ainda nesse ano, convidado pelo Itamaraty, viajou em missão cultural por países da América Central e da América do Sul"(dicionariompb.com.br).
  • Overkill - "Feel The Fire" foi lançado em 1985, formação: Bobby "Blitz" Ellsworth vocal, Bobby Gustafson guitarra, D.D. Verni baixo, Rat Skates bateria. "É uma banda de thrash metal que passou por muitas mudanças, com o vocalista Bobby "Blitz" Ellsworth e o baixista DD Verni remanescente da formação original. Junto com o guitarrista do Anthrax, Dan Spitz, também foi um dos primeiros membros do Overkill, a banda é uma das mais bem sucedidas bandas de thrash metal da Costa Leste. Tem um mascote chamado "Chaly", um morcego esquelético com rosto de caveira, chifres, asas ósseas e olhos verdes"(Wikipédia).
  • Made in Brazil - "Paulicéia Desvairada" foi lançado em 1978, formação: Caio Flávio vocal, Oswaldo Vecchione baixo, Naná guitarra, Franklin Paolilo bateria. Terceiro álbum do 'Made', "Paulicéia Desvairada" mantém a mesma pegada Rock & Roll da banda. A principal diferença para os outros discos fica no vocal. Dessa vez os vocais ficaram com Caio Flávio, e comparando-o aos vocalistas anteriores, ele fica um degrau abaixo. Em alguns momentos ele acaba soando Pop demais. Apesar disso, o álbum conta com músicas muito bem trabalhadas, com bastante uso de instrumentos de sopro e backing vocals. A faixa de abertura é "Gasolina", e letra mais atual do que essa, impossível! Os músicos reclamam da falta de grana e do preço da gasolina, que está muito cara. Pois é, qualquer semelhança com hoje não é mera coincidência. Depois tem a balada "Amanhã é um Novo Dia", seguida pelo Blues de "Eu Vou Estar Com Você". A próxima é "Eu Não Sei Se Mudaria", com um ritmo mais 'Funkado'. Bem interessante. A sexta música dá o título ao álbum, "Paulicéia Desvairada". Uma homenagem à São Paulo, bem Rock & Roll. Mantendo a pegada, vem "Uma Banda Made in Brazil", uma auto-biografia da banda. A décima é "Massacre", uma levada mais Hard Rock. E a última faixa é a interessante "A Primeira Vez que Você me Deixou"(cometarock.blogspot.com).
  • Robertinho de Recife - "Jardim de Infância" foi lançado em 1977. Roberinho guitarra, guitarra portuguesa vocal e viola, Geraldo Azevedo violão, Marcio Montarroyos trompete, Jackinho violoncelo, Itiberê baixo, Paulinho Braga bateria, Chico Batera timpanos e bateria. "Robertinho de Recife, sem sombra de dúvida, foi um dos guitarristas brasileiros mais injustiçados pelo público, pela critica e principalmente pelas gravadoras. Ao longo de sua carreira já fez de tudo um pouco, acompanhou vários grandes nomes da MPB, passou por uma fase heavy, formou a banda Yahoo (com o evidente intuito de colocar uns trocados no bolso), enfim, o cara é “cascudo” e hoje é produtor musical, arranjador e ao que parece nem pensa em voltar aos palcos (lamentavelmente). Fagner foi o produtor dessa jóia e escolheu a dedo os músicos que participam desse trabalho, que conta com: Chico Batera, Marcio Montarroyos, Sivuca, Itiberê, Jamil Joanes, Nivaldo Ornellas, Wagner Tiso dentre muitos outros"(progressivedownloads.blogspot.com.br).
  • Charles Mingus - Uma das figuras mais importantes da música americana do século XX, Charles Mingus foi um virtuoso baixista, pianista, maestro e compositor. Nascido em uma base militar em Nogales, Arizona, em 1922, cresceu em Watts, Califórnia, suas influências musicais mais antigas vieram da igreja, coro e grupo de canto, e de ouvir Duke Ellington no rádio quando tinha oito anos de idade. Estudou contrabaixo e composição de uma maneira formal (cinco anos, com H. Rheinshagen, o principal baixista da Filarmônica de Nova York, e as técnicas de composição com o lendário Lloyd Reese), enquanto ia absorvendo música vernacular dos mestres do jazz em primeira mão. Sua experiência profissional começou cedo, na década de 40, em turnê com bandas como Louis Armstrong, Kid Ory e Lionel Hampton. Estabeleceu-se em Nova York, onde tocou e gravou com os principais músicos dos anos 50 como - Charlie Parker , Miles Davis, Bud Powell, Art Tatum e Duke Ellington. Rapidamente se desenvolveu como um líder dos músicos. Era um pianista que poderia ter feito uma carreira tocando esse instrumento. Em meados dos anos 50, formou sua própria editora e gravadora para proteger e documentar seu repertório crescente. Fundou o "Jazz Workshop", um grupo que permitiu que jovens compositores pudessem ter seus trabalhos realizados em concertos e em gravações(mingusmingusmingus.com).
  • Godsmack - "Faceless", é o terceiro álbum de estúdio banda norte-americana de hard rock Godsmack. O álbum apresentou o baterista Shannon Larkin, antigo baterista da banda Ugly Kid Joe. O álbum foi lançado no dia 8 de abril de 2003. Formação: Sully Erna - guitarra, vocal e produção, Tony Rombola - guitarra, vocal de back-up, Robbie Merrill - baixo e vocal de back-up, Shannon larkin - bateria, percussão. A banda tem três álbuns consecutivos (Faceless, IV, e The Oracle) na Billboard 200. Ela também possui 18 singles classificados no Top 10 da parada Mainstream Rock. Godsmack é um dos mais populares grupos de heavy metal da década passada nos Estados Unidos, tendo vendido mais de 19 milhões de álbuns em todo o mundo. Desde sua criação, Godsmack já fez turnês no Ozzfest em mais de uma ocasião realizando também turnês junto a vários festivais e outros dedicados aos seus álbuns. Também fizeram parte da turnê do Mötley Crüe, Crüe Fest (Wikipédia).
  • Rita Lee & Tutti Frutti - "Atrás do Porto Tem uma Cidade" é o primeiro álbum da cantora e compositora brasileira Rita Lee com a banda Tutti Frutti, lançado em 1974. Formação: Rita Lee: Voz, Clavinet, Moog, Melotron, Piano, Órgão, Pandeiro e Palmas, Lúcia Turnbull: Voz, Guitarra, Violão de 12 cordas e Palmas, Luis Sérgio Carlini: Guitarra, Guitarra Havaiana, Lee Marcucci: Baixo, Mamão: Bateria, Paulinho: Bateria, Juarez: Sax, Luis Cláudio: Jazz Guitarra. Rita havia deixado Os Mutantes em outubro de 1972 e tinha de montado uma dupla feminina com Lúcia Turnbull, o Cilibrinas do Éden, e a primeira apresentação da dupla acabou sendo no primeiro dia do festival Phono 73. Por um acaso, sua apresentação acabou ocorrendo logo antes da apresentação dos Mutantes. Com a recepção fria do público ao seu projeto acústico, Rita Lee decidiu que precisava de um grupo de rock para acompanhá-las. A "descoberta" da banda por Rita acabou levando a um convite para que eles passassem a ser a banda de apoio dela (Wikipédia).
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