VAI UM SOM AÍ?

PARA AMANTES DE ROCK BLUES E JAZZ, INFORMAÇÕES BÁSICAS SOBRE BANDAS E MÚSICOS, AFINAL O QUE IMPORTA É O SOM, NÃO SOU ESPECIALISTA SÓ ESCUTO MÚSICA HA BASTANTE TEMPO, SÓ FAÇO POSTAGEM DO QUE OUVI.

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sábado, 23 de agosto de 2014

Chevelle - "This Type of Thinking"( Could Do Us In) 2004, é o terceiro álbum de estúdio e segundo grande lançamento da banda americana de metal alternativo Chevelle. Banda de Grayslake, Illinois, USA, formada em 1995. This Type of Thinking (Could Do Us In) foi lançado em 2004. Formação: Pete Loeffler - guitarra, vocal, Joe Loeffler - baixo, Sam Loeffler - bateria. Como disse Loeffler: "Nós somos uma banda de heavy metal melódico, que é o que gostamos de escrever, e isso é o que gostamos de tocar, é isso que nós fazemos. Nós não tínhamos músicas, então tivemos que escrever todo esse material e acabamos levando cinco meses. Queríamos ir fundo, queríamos fazer ritmos sincopados, e escrever basicamente, músicas" (wikipédia).

wikipédia

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MELHORES DO MÊS

  • Rita Lee & Tutti Frutti - "Atrás do Porto Tem uma Cidade" é o primeiro álbum da cantora e compositora brasileira Rita Lee com a banda Tutti Frutti, lançado em 1974. Formação: Rita Lee: Voz, Clavinet, Moog, Melotron, Piano, Órgão, Pandeiro e Palmas, Lúcia Turnbull: Voz, Guitarra, Violão de 12 cordas e Palmas, Luis Sérgio Carlini: Guitarra, Guitarra Havaiana, Lee Marcucci: Baixo, Mamão: Bateria, Paulinho: Bateria, Juarez: Sax, Luis Cláudio: Jazz Guitarra. Rita havia deixado Os Mutantes em outubro de 1972 e tinha de montado uma dupla feminina com Lúcia Turnbull, o Cilibrinas do Éden, e a primeira apresentação da dupla acabou sendo no primeiro dia do festival Phono 73. Por um acaso, sua apresentação acabou ocorrendo logo antes da apresentação dos Mutantes. Com a recepção fria do público ao seu projeto acústico, Rita Lee decidiu que precisava de um grupo de rock para acompanhá-las. A "descoberta" da banda por Rita acabou levando a um convite para que eles passassem a ser a banda de apoio dela (Wikipédia).
    wikipédia
  • Made in Brazil - "Paulicéia Desvairada" foi lançado em 1978, formação: Caio Flávio vocal, Oswaldo Vecchione baixo, Naná guitarra, Franklin Paolilo bateria. Terceiro álbum do 'Made', "Paulicéia Desvairada" mantém a mesma pegada Rock & Roll da banda. A principal diferença para os outros discos fica no vocal. Dessa vez os vocais ficaram com Caio Flávio, e comparando-o aos vocalistas anteriores, ele fica um degrau abaixo. Em alguns momentos ele acaba soando Pop demais. Apesar disso, o álbum conta com músicas muito bem trabalhadas, com bastante uso de instrumentos de sopro e backing vocals. A faixa de abertura é "Gasolina", e letra mais atual do que essa, impossível! Os músicos reclamam da falta de grana e do preço da gasolina, que está muito cara. Pois é, qualquer semelhança com hoje não é mera coincidência. Depois tem a balada "Amanhã é um Novo Dia", seguida pelo Blues de "Eu Vou Estar Com Você". A próxima é "Eu Não Sei Se Mudaria", com um ritmo mais 'Funkado'. Bem interessante. A sexta música dá o título ao álbum, "Paulicéia Desvairada". Uma homenagem à São Paulo, bem Rock & Roll. Mantendo a pegada, vem "Uma Banda Made in Brazil", uma auto-biografia da banda. A décima é "Massacre", uma levada mais Hard Rock. E a última faixa é a interessante "A Primeira Vez que Você me Deixou"(cometarock.blogspot.com).
    cometarock.blogspot.com
  • George Thorogood - "2120 South Michigan Avenue". É um álbum de estúdio de George Thorogood and The Destroyers. Foi lançado em 14 de junho de 2011 pela gravadora Capitol Records. O álbum alcançou a posição # 2 na Billboard Top Blues Albums. O título refere-se ao endereço dos escritórios e estúdios de gravação da Chess Records em Chicago. O álbum contém dez covers de canções gravadas na Chess Records por artistas como Chuck Berry, Bo Diddley, Willie Dixon e Muddy Waters. Mais um cover da instrumental "2120 South Michigan Avenue" dos Rolling Stones e duas canções originais sobre artistas da Chess Records. A Capitol Records se aproximou de Thorogood com a idéia para o álbum e selecionou a maioria das músicas, participaram doa álbum: Buddy Guy guitarra, Tom Hambridge bateria, percussão, Tommy MacDonald baixo, Kevin McKendree piano, Hammond B3 orgão, Charlie Musselwhite harmônica, Marla Thorogood background vocals, Rio Thorogood background vocals. Formação: George Thorogood guitarra, vocal, Jim Suhler guitarra, Bill Blough baixo, Buddy Leach saxofone, Jeff Simon bateria(wikipédia).
    wikipédia
  • Samsara Blues Experiment - “Long Distance Trip“ é o primeiro álbum de estúdio da banda alemã Samsara Blues Experiment, lançado em março de 2010. Samsara Blues Experiment foi fundada na cidade de Berlim, no ano de 2007, pelo vocalista&guitarrista Christian Peters. Houve várias mudanças na formação a partir de sua fundação, até se estabelecer com: Christian Peters (vocal, guitarra, sintetizador, cítara); Hans Eiselt (guitarra); Richard Behrens (baixo) e Thomas Vedder (bateria). Antes do lançamento do primeiro álbum, os caras lançaram 2 Eps, que contribuíram muito para o amadurecimento de sua proposta sonora (stockrockradio.com.br).
    tripjam.blogspot.com
  • Glenn Hughes - "Blues" foi lançado em 1992. "Hughes gravou este grande petardo de blues, com a participação de diversos guitarristas de renome da época: John Norum, do Europe, já citado acima; Mick Mars, do Motley Crue; Warren DeMartini, do Ratt; Ritchie Kotzen, do Poison e Mr.Big; e Mark Kendall, do Great White. Temos também o guitarrista Paul Pesco, que já tocou com Madonna (na turnê do álbum "Like A Virgin"). Todos estes guitarristas se revezam nos solos do álbum. A guitarra base de todo o disco foi feita por Craig Erickson; o baixo ficou a cargo de Tony Franklin (já tocou com Roy Harper, The Firm e outros grandes nomes) e do próprio Glenn Hughes; a bateria ficou com Gary Ferguson (já tinha tocado com Hughes no projeto com Pat Thrall e no disco de Gary Moore; tocou em diversos discos seguintes da carreira solo de Glenn) e ainda tivemos os teclados por Mark Jordan. Tanta fera junta não poderia trazer outro resultado senão um belíssimo disco de blues rock. Este é um disco pouco conhecido, mas de qualidades impressionantes, e vale a pena ser conhecido e apreciado por todos os fãs de Glenn Hughes, que sabem curtir um belo álbum como este. O desfile de grandes guitarristas emprestando seu talento para este registro também é impressionante e aumenta ainda mais a importância deste grande registro do "the voice of rock". (João Paulo Linhares Gonçalves via Whiplash.Net).
    Whiplash.Net
  • Vintage Vantage - "Neblina". Há uma velha frase que diz que o ‘baixo é a alma da música’. Não deixa de ser verdade, mas também não quer dizer que os graves devem ser limitados às quatro cordas convencionais. A grande sacada é saber aproveitar as oportunidade e usar com criatividade o que tem, seja limitação técnica, de pessoas ou se realmente sua proposta é sair do formato padrão de banda. E se é para ousar, que se faça com estilo. Bateria, guitarra e piano. É assim, sem vocal, baixo e com um piano que a Vintage Vantage se apresenta para o mundo. O trio instrumental formado por Gabriela Ila (piano), Lucas Pacífico (guitarra) e Renan Magão (bateria) nasceu em Taguatinga-DF em 2010, lançando em abril de 2016 o seu segundo registro, o EP Neblina. A guitarra cheia de fraseados que conversam com o ouvinte, o piano misturando a base com algum toque de melancolia e a bateria segurando todas as paisagens psicodélicas da banda, fazem um conjunto coeso e muito funcional sem se prender ao convencionado musicalmente como ‘bom’ ou ‘o certo’. Essa ousadia da banda é, na verdade, o seu grande diferencial. “Deserto”, segunda faixa do disco, que parece um Sérgio Mendes afogado em LSD, ou a título, “Neblina”, que soa como uma trilha de um horror movie bem antigo. A verdade é que a banda parece se focar em temáticas para suas canções, não se apega a estilos e tenta expandir ao máximo o seu universo criativo para além de um potencial progressivo onde seu som originalmente remete. Neblina, é na verdade um vai e vem de climagens exploradas por uma banda ousada dentro de sua essência e que sabe usar muito bem sua versatilidade dentro da própria música. O trabalho saiu pelo selo Martelo Records, com produção de Gustavo Halfeld e gravação na sala Funarte. (rockinpress.com.br)
    vintagevantage.bandcamp.com
  • John Lennon - "Mind Games" foi lançado em 1973, formação: John Lennon vocal guitarra, Ken Ascher piano orgão, Jim Keltner bateria, Rick Marotta bateria, Gordon Edwards baixo, David Spinozza guitarra, Arthur Jenkins percussão, Sneaky Pete Kleinow guitarra, Michael Brecker sax. "Mind Games é o quarto álbum de John Lennon, e foi gravado no Record Plant Studios  no verão 1973, e lançado em novembro do mesmo ano. O álbum foi o primeiro registro de produção própria de Lennon sem a ajuda de Phil Spector. Mind Games foi mal recebido pelos críticos de música. Alcançou o número 13 no Reino Unido e número 9 em os EUA, onde foi ouro"(wikipédia).
    cdsgratis.net
  • Septicflesh - "Titã" Nono álbum de estúdio (e seu terceiro desde sua reunião em 2017), os mestres sepulturais do death metal sinfônico se consagraram como uma das bandas mais criativas e talentosas de todo o espectro sinfônico de metal, apresentando um álbum de alta qualidade musical e musical. liricamente. Em Titã, Septicflesh explora seu lado mais pesado e mais agressivo e, ao mesmo tempo, expõe seus aspectos mais sinfônicos. Tudo isso com seu toque característico e místico que está sempre presente em sua música. Movendo-se para as partes não-sinfônicas do álbum, Fotis Benardo fez um excelente trabalho com uma abordagem tão enérgica, precisa e poderosa na bateria, algo que poderia ser descrito como algo bestial. O som da bateria e do contrabaixo também é diferente do anterior. Eu não sei por que isso aconteceu, mas eu não acho que seja uma coisa ruim, mas a produção geral do álbum é impecável de qualquer maneira. As guitarras têm um som muito forte e até mesmo "blackish" durante algumas músicas. Os vocais, por outro lado, são igualmente ótimos, Spiros Antoniou também faz um trabalho surpreendente tanto nos vocais quanto atrás do baixo. Em relação ao trabalho de Spiros, devo dizer que no começo fiquei um pouco "desapontado" com a capa, já que senti que era simples demais, ou pelo menos eu pensava assim, mas depois do próprio Spiros ouvi o significado por trás isso, e todo o esforço que foi colocado nele, fiquei sem palavras. Em termos muito gerais, eu diria que Titã é bastante sólido, intenso e imenso também (www.metal-archives.com).
    abysszine.com
  • P U S, Porrada Ultra Suicida - Banda de Brasília, Distrito Federal, Brasil, formada em 1980. Formação: Ronan Meireles vocal, Deborah Babilônia vocal, Syang guitarra, Conrado guitarra, Zanny baixo, Mario teclado, Betty percurssão, Anderson bateria. P U S foi lançado em 1991.
    blast-metaleloucuras.blogspot.com
  • IAH - IAH é um trio instrumental argentino formado por Juan Pablo Lucco Borlera (baixo), Mauricio Condon (guitarra) e José Landín (bateria). A banda lançou no dia 20 de janeiro seu primeiro trabalho de estúdio. O EP auto intitulado traz quatro músicas que vão do psicodélico ao Stoner e flertam com o Post Rock em alguns momentos. A primeira coisa que pensei enquanto ouvia as músicas foi como a capa do EP combina com a sonoridade da banda. O IAH consegue começar a “pintar” paisagens espaciais com poucos minutos da faixa “Cabalganloscielos”, que abre o trabalho de maneira grandiosa. O grande destaque fica com a pesadíssima “Eclipsum” que fecha o EP de forma grandiosa. A música conta com um trecho mais lento que se aproxima do Post Rock de forma muito bela antes de voltar ao Riff mais pesado e travado do trabalho. Com uma estreia de tão alto nível, arrisco a dizer que o IAH será uma das grandes revelações de 2017!(doombringerbr.wordpress.com).
    doombringerbr.wordpress.com
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MELHORES DA SEMANA

  • Quinteto Violado - "Quinteto Violado", foi lançado em 1972, formação: Fernando Filizola - Viola, Luciano Pimentel - Percussão, Marcelo Melo - Voz e Violão, Sando (Alexandre Johnson dos Anjos) - Flauta, Toinho Alves - Voz e Contrabaixo. Esse disco do Quinteto Violado é particularmente especial. Ele foi o primeiro do grupo, lançado pela gravadora Phillips, antes do Quinteto realizar as históricas gravações com a Marcus Pereira. A história da capa desse disco também é curiosa. Nesse mesmo ano (1972) uma banda de hard Rock inglesa, chamada Paladin, lançou o disco Charge!, com a capa que é praticamente idêntica à capa do disco do Quinteto Violado. Quem fez a ilustração do disco do Paladin foi Roger Dean, um ilustrador que assinou as capas de dezenas de discos de bandas progressivas da década de 1970. Parece que a Phillips, gravadora do disco do Quinteto, usou o desenho e ainda introduziu nele algumas alterações, como o chapéu de cangaceiro do cavaleiro. Foi em uma turnê ao Japão que os músicos do Quinteto tomaram conhecimento dessa cópia, e, a partir daí, os relançamentos desse disco passaram a ter outra capa, com essas aves brancas voando. Exatamente por isso, os LPs com essa primeira capa são raridades, peças de colecionador. Mas as músicas são as mesmas. Como foi o primeiro disco do Quinteto Violado, está repleto de clássicos, como Asa Branca, de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, Vozes da Seca e de Luiz Gonzaga e Zé Dantas. O destaque fica para o belíssimo arranjo de Asa Branca (acervoorigens.com).
  • Kadavar - "Abra kadavar" 2013. Banda de Berlim, Alemanha, formada em 2010, formação: Lupus Lindemann vocal guitarra, Mammut baixo, Tiger bateria. De cara, chama a atenção o som mais claro e cristalino, jogando para baixo do tapete a sujeira predominante do primeiro disco. Além disso, houve um acréscimo de velocidade em relação à estreia. Em 2012, as músicas do Kadavar eram arrastadas, sem pressa. Agora, vêm com andamentos mais rápidos em sua maioria. De modo geral, tem-se a impressão de estar ouvindo um Black Sabbath entupido de energéticos - e isso não é necessariamente um elogio. A sensação geral é que as coisas soam meio atropeladas, urgentes demais, sem dar tempo para que o que parece que vai acontecer, efetivamente, aconteça. Essa escolha faz com que as sutilezas, os detalhes, o algo mais, se perca pelo caminho(Ricardo Seelig).
  • Ike & Tina Turner - "Sing The Blues" foi gravado em 1969 e serve como uma coleção definitiva de suas raízes musicais. No momento em que este material foi gravado em 1969 Ike estava no auge. Essas músicas de blues revelam a maestria da guitarra de Ike Turner, bem como os vocais com alma de Tina. Os Turners tocam e cantam: Otis Redding ("I've Been Loving You Too Long"), T -Bone Walker (" Mean Old World"), Lowell Fulson ("Three O'clock In The Morning Blues"), Eddie Boyd ("Five Long Years"), Robert Johnson ("Dust My Broom") , Jimmy Reed ("Honest I Do"), Steve Cropper ("The Hunter") e outras canções clássicas. Este CD captura a natureza de Ike e a potente dinâmica de Tina. Ike & Tina Turner Sing The Blues prova a autenticidade do blues (swampland.com).
  • O Terço - Banda de Rock Progressivo do Rio de Janeiro, Brasil, formada em 1968. "O Terço é uma banda brasileira formada no Rio de Janeiro em 1968 por Jorge Amiden (guitarra), Sérgio Hinds (baixo) e Vinícius Cantuária (bateria). A banda começou tocando rock clássico, mas logo tendeu ao rock progressivo e ao rock rural e MPB caracterizando o som e a diversidade musical da banda. Segundo o guitarrista Sérgio Hinds (único membro presente em todas as formações da banda), a palavra terço foi escolhida como nome da banda porque é uma medida fracionária que corresponde a três ou a terça parte de alguma coisa, como num rosário. O Terço caiu como uma luva devido a primeira formação da banda, que era a de trio (guitarra, baixo, bateria). Inicialmente, o nome escolhido tinha sido Santíssima Trindade, mas para evitar atritos com a Igreja Católica, foi adotado O Terço" (wikipédia).
  • Quinteto Armorial - "Aralume" foi lançado em 1976. Formação: Antônio José Madureira viola sertaneja, Egildo Vieira do Nascimento pífano e flauta, Antônio Carlos Nóbrega de Almeida rabeca e violino, Fernando Torres Barbosa berimbau nordestino, Edilson Eulálio Cabral violão. "O Quinteto Armorial, criado em 1972, foi um dos produtos mais bem-sucedidos do movimento Armorial. O movimento de cunho nacionalista, fundado dois anos antes por Ariano Suassuna, propunha um diálogo entre o cancioneiro folclórico medieval e as práticas criativas e interpretativas nordestinas"(lastfm.com.br). O som do Quinteto Armorial é hipnotizante, demais, arrebatador!!!.
  • Helmet - "Meantime" é o segundo álbum de estúdio lançado por essa banda de metal alternativo, lançado em 23 de Junho de 1992 pela Interscope Records, formação: Page Hamilton vocal, guitarra, Peter Mengede guitarra, Henry Bogdan baixo, John Stanier bateria. Esse álbum influenciou várias bandas em sua esteira, foi bem recebido pelos críticos de música e é considerado um influente álbum de metal. O álbum obteve reconhecimento internacional para o Helmet. Até o momento, é o único álbum da banda a ganhar disco de ouro nos Estados Unidos. Meantime recebeu críticas positivas, John Franck da Allmusic rotulou Meantime, "sem dúvida um dos mais influentes e esquecidos discos de rock dos anos 90". Ele elogiou a música "colorida por riffs Teutônicos, apenas com "Unsung" insinuando um suspiro de acessibilidade comercial". Em relação ao sucesso do álbum , ele também afirma que Helmet "foi curiosamente apontado como a próxima grande coisa" (wikipédia).
  • Egberto Gismonti - "Academia De Danças" foi lançado em 1974, formação: Egberto Gismonti arranjo, orgão, sintetizador, flauta, violão e voz, Luís Alves baixo, Robertinho Silva bateria, Marcio Montarroyos trompete, Danilo Caymmi, Mauro Senise, Nivaldo Ornelas, Paulo Guimarães flauta, Ed Maciel trombone, Darcy Da Cruz trompete, Dulce Bressane voz. "É o trabalho mais progressivo na extensa discografia de Egberto Gismonti. Maestro, multiinstrumentista e arranjador, Egberto nunca teve o reconhecimento do público e da imprensa especializada em nosso pais. Claro que inúmeros dos seus trabalhos, como este que ora comento, são demais complexos para ouvintes que esperam uma musica convencional, sem experimentalismo, como nas faixas conforme altura do sol e da lua cuja influencia de Hermeto Paschoal é evidente. Academia de danças nos aproxima muito da Mahavishnu Orquestra, pois alguns dos seus segmentos parecem guardar intima relação com o trabalho de John Mclaughlin"(botecodosbloggers).
  • Ratos de Porão é uma banda brasileira de hardcore punk/crossover thrash formada em 1981, durante a explosão do movimento punk paulista. Com trinta anos de carreira, são referência brasileira no gênero e reconhecidos internacionalmente, principalmente na Europa, América Latina e América do Norte. No início da década de 1980, influenciado pelo movimento punk que começava a tomar forma em São Paulo, João Carlos Molina Esteves (o Jão, vocalista e guitarrista) formou o Ratos de Porão com seu primo Roberto Massetti (o Betinho, baterista) e o amigo Jarbas Alves (o Jabá, baixista). Em 1982 participam do festival O Começo do Fim do Mundo, que reuniu vinte bandas no SESC Pompeia, em São Paulo, se tornando um marco do movimento. Em 1983, já com Mingau na guitarra, gravaram seu primeiro registro musical na coletânea SUB. O vocalista João Gordo conheceu a banda durante as gravações dessa compilação e entrou na banda logo em seguida, para mais uma mudança na formação. Em 1984 lançam o álbum de estreia, Crucificados pelo Sistema, o primeiro álbum individual de uma banda punk da América Latina. A época da gravação desse álbum, coincidiu com o chamado "fim do movimento punk de São Paulo", devido a brigas e rixas de gangues, devido a isso não houve show de lançamento do álbum e o Ratos de Porão se desfez por um breve períodoWikipédia).
  • The Mission - "Children" foi lançado em 1988 produzido por John Paul Jones baixista do Led Zeppelin, formação: Wayne Hussey vocal guitarra(ex The Sisters of Mercy), Craig Adams baixo(ex The Sisters of Mercy), Simon Hinkler guitarra, Mick Brown bateria. "O tradicional bairro da Liberdade, reduto da comunidade japonesa em São Paulo, vivenciou na noite do último domingo (27 de maio) um pouco da atmosfera dos clubes ingleses nos anos de 1980. Ícone da cena gótica, pós-punk daquela década, a lendária banda The Mission (UK) fez, no pequeno e aconchegante Cine Joia, seu único show no Brasil, válido pela turnê de comemoração de seus 25 anos de carreira"(portaldoinferno.com.br).
  • Camisa De Vênus - "Camisa De Vênus" foi lançado em 1983. Formação: Marcelo Nova vocal, Karl Hummel guitarra, Robério Santana baixo, Gustavo Mullem bateria. Banda de Salvador, Brasil, formada em 1980. Foi uma banda de rock que teve sua maior popularidade em meados de 1980. O vocalista, Marcelo Nova foi produtor e parceiro de Raul Seixas em seus últimos anos.
antonio maciel
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